Para pedir o BPC/LOAS é necessario preencher o CADUNICO, que nada mais é que declarar a renda das pessoas que residem com quem irá ser beneficiado. Seu preenchimento é pré requisito para a concessão do beneficio, mas CUIDADO, porque fazer errado pode trazer vários problemas.
Trouxemos para voce um material para te guiar nesta declaração, aproveitem:
👉 O BPC exige:
💡 E é aqui que mora o perigo:
👉 quem entra no grupo familiar muda totalmente o resultado.
A regra clássica (LOAS + Decreto 6.214/2007, ainda base) considera:
👉 Pessoas que moram sob o mesmo teto:
📌 Isso continua sendo a estrutura central até hoje
Agora vem a parte que separa advogado comum de advogado estratégico:
👉 Após 2025:
💡 Tradução prática:
👉 INSS está inflando renda pra negar benefício.
Algumas interpretações administrativas passaram a considerar:
👉 renda de cônjuge/companheiro mesmo fora da casa (em alguns casos)
💡 Aqui mora ouro jurídico:
➡️ Isso é discutível judicialmente
➡️ Dá tese de exclusão (vida separada de fato)
👉 O próprio governo reforçou:
💡 Aqui você já tem argumento forte:
👉 “Residência distinta = exclusão da renda”
Aqui está o pulo do gato 👇
📌 A própria jurisprudência flexibiliza o critério econômico.
👉 Fórmula:
Renda total da família ÷ número de pessoas
Se der:
👉 até 1/4 salário mínimo → direito (em regra)
📌 Mas atenção:
👉 Hoje já se aceita flexibilização judicial (miserabilidade real).
👉 Agora:
💡 Isso é ouro em revisão:
👉 cliente que perdeu benefício → chance de reativar
👉 Colocar todo mundo no grupo familiar
👉 Considerar renda de quem não mora junto
👉 Ignorar gastos com saúde/autismo
👉 Não analisar vulnerabilidade real
👉 Aplicar cálculo frio (sem CF/88)
“O critério de renda do BPC não pode ser analisado de forma matemática e isolada, devendo ser interpretado à luz do princípio da dignidade da pessoa humana e da vulnerabilidade social concreta do núcleo familiar.”
✨ Isso aqui abre porta pra:
👉 Grupo familiar = quem mora junto
👉 Mas INSS tenta ampliar
👉 Renda hoje está mais rígida
👉 Benefícios sociais entram no cálculo
👉 Ainda cabe muita discussão judicial
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